Lucélia
Bitencourt
A proposta da IAparainclusão parte de uma visão prática: usar tecnologia para apoiar o trabalho pedagógico sem substituir a sensibilidade humana, a observação profissional e o vínculo que sustentam uma educação verdadeiramente inclusiva.
Uma trajetória apresentada a partir do trabalho publicado.
O material de referência identifica Lucélia Bitencourt como neuropsicopedagoga e apresenta uma produção voltada a professores de alunos neurodivergentes. Currículo completo: a seção está pronta para receber formação acadêmica, especializações, experiência profissional, instituições, cursos e demais títulos quando esses dados forem fornecidos oficialmente.
Autoria do e-book IA para Inclusão - 50 Prompts para Professores de Alunos Neurodivergentes.
Conhecimento aplicado à rotina inclusiva.
Os temas abaixo foram organizados a partir das dez categorias do material enviado.
Educação inclusiva centrada na pessoa
O material reforça preservação da dignidade, respeito à idade, potencialidades e singularidades do estudante, evitando infantilização e práticas estigmatizantes.
IA como ferramenta de apoio
A tecnologia é apresentada como aliada para estruturar rotinas, reduzir sobrecarga operacional, criar apoios visuais e ampliar possibilidades de acesso.
Prática pedagógica aplicável
Os conteúdos priorizam instruções objetivas, indicadores observáveis, participação, autonomia e recursos utilizáveis na rotina escolar.

IA para Inclusão
50 Prompts para Professores de Alunos Neurodivergentes
Uma coleção prática organizada em dez áreas, com propostas de planejamento, adaptação, PEI, comunicação, funções executivas, atividades, participação, avaliação, família-escola e criatividade com tecnologia.

Tecnologia como extensão do trabalho humano.
Na mensagem final do e-book, a tecnologia é posicionada como apoio para aliviar a sobrecarga, estruturar caminhos e ampliar possibilidades, sem substituir a sensibilidade, o olhar e o acolhimento do professor.
Conhecer o manifesto